Crie glitters aqui!


quinta-feira, 1 de março de 2012

Nossos medos nunca devem nos impedir de alcançar nossos sonhos. Sonhe com aquilo que você quiser, vá para onde você queira ir, seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Shopping center de maridos

Era uma vez um "shopping center de maridos", onde as mulheres podiam escolher os seus marido entre várias opções de homens
O shopping tinha cinco andares, sendo que as qualidades dos homens cresciam nos andares mais altos.
A única regra era que, uma vez em um andar, não se poderia mais descer.
Deveria-se escolher um homem do andar, subir ao próximo ou ir embora.
Então, uma dupla de amigas foi até o shopping.

Primeiro andar:
Um aviso na porta dizia: "os homens deste andar trabalham e gostam de crianças".
Uma das amigas disse para a outra: "bem, é muito melhor do que ser desempregado ou não gostar de crianças, mas... como serão os homens do próximo andar?".
Então, elas subiram pro segundo.

Segundo andar:
"Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças e são muito bonitos"
"Viu só? Ai, mas não custa nada dar uma olhadinha no próximo andar, né?"
Então, elas subiram mais um.

Terceiro andar:
"Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças, são muito bonitos e ajudam no serviço doméstico"
"Nossa!", diz a mulher. "Muito tentador, mas... se estes são assim, como serão os homens do próximo andar?"
Então, elas subiram para o outro andar.

Quarto andar:
"Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças, são muito bonitos, ajudam no serviço doméstico e são ótimos amantes"
"Meu Deus!!! Isso é incrível!"
As duas se olharam e apertaram o botão do elevador com toda a vontade do mundo.

Quinto andar:
A placa no andar que estava vazio, dizia:
 “Esse andar serve somente para provar que é impossível satisfazer as mulheres. Por favor, siga até a saída e tenha um bom dia!"

domingo, 27 de novembro de 2011

A Transfusão

Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio.
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas.
Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado.
Era necessário chamar ajuda por um rádio e, ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue.
Era urgente fazer uma transfusão, mas como
Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisaria de um voluntário para doar o sangue.
Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente.
Era um menino chamado Heng.
Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.
O médico lhe perguntou se estava doendo, e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto.
Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng.
Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas. E o rostinho do menino foi se aliviando. Minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos:
- Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava achando que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:
- Mas, se era assim, porque então que você se ofereceu a doar seu sangue.
E o menino respondeu, simplesmente:
- ELA É MINHA AMIGA...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Deus nunca erra

Há muito tempo, num reino distante, havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas as situações, dizia:
– Meu Rei, não desanime, porque tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o monarca. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:
– E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo.
O sevo respondeu:
– Meu Rei, apesar de todas estas coisas somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
O Rei indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço.
Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu de ser atacado, desta vez, por uma tribo de índios que viviam na selva. Eram índios temidos por todos, pois se sabia que faziam sacrifícios humanos para seus deuses. Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vítima, observou furioso:
– Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo! E o rei foi libertado.
Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse à sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente, dizendo-lhe:
– Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente por que não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande dúvida: se Deus é tão bom, porque permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você que tanto o defendeu?
O servo sorriu e disse:
– Meu Rei, se eu estivesse nessa caçada, certamente seria sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum!



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Não há motivo

    Há duas coisas só que podem incomodar: ser você bem sucedido ou mal sucedido.
    Se for bem sucedido, não há motivo algum para se incomodar.
    Se for mal sucedido, de duas uma: ou você conserva sua saúde ou fica doente.
    Se conservar a saúde, não há motivo algum para se incomodar.
    Se ficar doente, de duas uma: ou você sara ou você morre.
    Se você sara, não há motivo algum para se incomodar.
    Se morrer de duas uma: ou você vai para o céu ou para o inferno.
    Se for para o céu, não há motivo algum para se incomodar.
    Se for para o inferno você terá que cumprimentar tantos conhecidos que não terá tempo para se incomodar.